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Pai de vítima de tiroteio na uga processa universidade por negligência

Pai de aluna morta em campus da uga acusa universidade de negligência

Em um movimento legal significativo, o pai de Laken Riley, uma estudante de enfermagem de 22 anos morta no campus da Universidade da Geórgia (UGA), entrou com uma ação judicial por morte injusta contra o sistema universitário estadual. Jason Riley alega que a universidade foi negligente e que essa negligência contribuiu para a morte de sua filha em fevereiro de 2024.

Ação judicial aponta falhas na segurança e contratação

Ação judicial aponta falhas na segurança e contratação

A ação, protocolada na Corte do Condado de Gwinnett, também acusa o sistema universitário de não seguir seus próprios procedimentos de seleção de funcionários, o que resultou na contratação do irmão de Jose Ibarra, o homem condenado pela morte de Laken Riley, mesmo estando ilegal nos Estados Unidos e com histórico criminal. Além disso, a universidade é acusada de não monitorar atividades criminosas no campus.

Cronologia dos eventos: uma tragédia previsível?

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De acordo com a petição, cerca de uma hora antes do ataque, Jose Ibarra teria espiado a janela do apartamento de um estudante de pós-graduação no campus e tentado abrir a porta antes de fugir para uma área arborizada. Laken Riley foi encontrada morta durante uma corrida matinal perto dos campos intramurais. A Família argumenta que a universidade falhou em garantir um ambiente razoavelmente seguro para seus alunos.

Detalhes da acusação e reivindicações do pai

Além das falhas na segurança e seleção de funcionários, a ação judicial alega que o sistema universitário não notificou os estudantes e visitantes sobre a ameaça representada por Jose Ibarra. Jason Riley busca um julgamento por júri, além de indenização por danos compensatórios e punitivos, e reembolso das custas legais.

Imigração e o debate nacional

O caso de Laken Riley reacendeu o debate nacional sobre imigração, especialmente em relação à segurança nas universidades. Jose Ibarra entrou ilegalmente nos EUA em 2022 e foi autorizado a permanecer enquanto aguardava o julgamento de seu caso de imigração. Sua condenação por assassinato e outros crimes gerou intensos questionamentos sobre as políticas de imigração e a segurança nos campus.

Responsabilidade da gestão do condomínio

A ação também inclui alegações de negligência por parte da empresa responsável pela gestão do apartamento onde Jose Ibarra vivia com seus irmãos. A empresa é acusada de não realizar uma investigação adequada dos potenciais inquilinos, permitindo que Ibarra residisse no local, apesar de sua situação irregular e histórico criminal. O pai de Laken Riley argumenta que, se a gestão do condomínio não tivesse permitido que Ibarra morasse perto de estudantes e moradores da UGA, a tragédia poderia ter sido evitada.