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Controvérsias e condenações: presidente do inpe com passado turbulento assume novo cargo

O recém-nomeado presidente do Conselho Nacional Penitenciário do INPE, Jorge Cotos Ochoa, enfrenta um turbilhão de questionamentos após a revelação de um histórico marcado por irregularidades e denúncias de violência psicológica, levantando sérias dúvidas sobre sua capacidade de liderar o sistema prisional.

Histórico de irregularidades e denúncias assombram nova nomeação

Histórico de irregularidades e denúncias assombram nova nomeação

Um relatório divulgado pelo Canal N expõe que Cotos Ochoa foi sancionado em 2008 por autorizar o traslado irregular de presos condenados por crimes graves, como roubo agravado e sequestro com documentos falsificados. A decisão gerou uma investigação que o levou a ser afastado temporariamente da direção da Regional do INPE em Lima.

A situação não termina aí. Em 2014, o Tribunal do Serviço Civil confirmou a responsabilidade administrativa de Cotos Ochoa, resultando em uma suspensão que foi posteriormente reduzida a uma advertência escrita após recurso. O INPE, ironicamente, utilizou recursos públicos em 2019 e em janeiro de 2026 para pagar sua defesa em processos por abuso de autoridade.

A nomeação de Cotos Ochoa, oficializada pela Resolução Suprema n.º 054-2026-JUS, assinada pelo mandatário interino José María Balcázar, ocorre em um momento de reestruturação do sistema prisional nacional. O governo anunciou a criação da Superintendência Nacional de Internamento e Resocialização (Sunir), que absorverá o INPE, o Pronacej e o Pronapres, em resposta a