Ipn desencadeia rede de monitoramento para proteger populações costeiras do méxico
O Instituto Politécnico Nacional (IPN) lançou uma rede de monitoramento estratégico em quatro estações em Cancún, Playa del Carmen, Akumal e Mahahual, no México, com o objetivo de proteger habitantes e trabalhadores costeiros da exposição a gases tóxicos gerados pela decomposição de macroalgas.
Alerta precoce contra efeitos sanitários
A rede, inspirada no modelo bem-sucedido da ilha de Martinica, medirá diariamente a emissão de gases perigosos e fornecerá alertas tempranas às autoridades para que tomem medidas preventivas, como limitar o acesso a praias quando os níveis de toxicidade forem perigosos para as pessoas mais vulneráveis.
Segundo estudos do próprio IPN, a exposição a esses gases, principalmente amônia e ácido sulfídrico, já causou danos à população local, que relata sintomas como dores de cabeça constantes, mareos e desmaios.

Reciclagem alternativa ao aproveitamento do sargazo
Além da medição de gases, o Politécnico alertou sobre a necessidade de reciclar o sargazo de forma segura. Se a alga contiver concentrações elevadas de arsênico, o seu uso para produzir produtos comerciais ou fertilizantes agrícolas representa um risco. Os cientistas recomendam priorizar vias seguras, como a produção de biogás.
A iniciativa do IPN é parte da política ambiental impulsionada pela presidente Claudia Sheinbaum Pardo, que se complementa com os esforços de outras dependências federais e estatais.

Estratégias interinstitucionais no caribe mexicano
A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Semarnat), liderada por Alicia Bárcena, planeja instalar um complexo em Puerto Morelos para transformar o sargazo recolhido em combustível ou
